2023 se
passou e o reitor que falou que de nada sabia, que eram boatos de rádio
corredor, mas que 2 dias depois com a Ministra da Saúde se encontrou.
Chegamos em
2024 e então o que era somente boato, começou a se mostrar de fato.
No entanto,
para nós o tempo todo ocultado, aquilo para o qual os gestores, políticos e
doutores já tinham intentado e, como um ato disfarçado de "fusão",
cuja verdadeira intenção descarada era a privatização, fora tudo o mais que
sabemos mais que com 3 minutos de fala numa audiência pública dizer não
podemos. Pois esta verdadeira conFUSÃO, para nós do Gaffrée pretende trazer só
destruição.
Na fala de
que "ninguém será mandado embora", se esquecem das equipes de
limpeza, copa, rouparia, maqueiros,
guardas patrimoniais, trabalhadores verdadeiros.
E também
ignoram os usuários. Aqueles os quais dependem do Hospital. Pacientes...
comunidade... sem se importarem com tamanho mal.
Sim, pois a
fala de que "não haverão perdas", somente cabe nos bolsos daqueles
que visam riquezas. E o Hospital Universitário, que deveria ser campo de
ensino, pesquisa e extensão, nos dizem: "Otário, esqueça isto. Pois agora
a UNIRIO é com fusão". E assim, desta forma, dá as Costas para o Gaffrée,
o Hospital que deveria ser as pupilas do senhor reitor, em pensar que não vão
ver àqueles aos quais trazem tamanho dissabor.
A sociedade
não se cala.
E para
apoia-la estamos nós Servidor Público e Trabalhador.
Pois não tem
diferença quando lutamos contra o nosso verdadeiro opressor.
Seja do alto,
o governo.
Ou de baixo,
o doutor.
(por: Rômulo Cupti Araujo,
Técnico de Enfermagem do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle)

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